“Eu acho que, ao longo do tempo, as pessoas foram incorporando, e é como se as nossas canções fossem amigas, é como se fossem pessoas que elas conhecem. Eu acredito que o fã, quando chega em casa e está triste, ouve talvez Andrea Doria, ou Por Enquanto; se está alegre, coloca Eduardo e Monica. Então, isso entra no universo da pessoa. E, no caso de as letras serem sempre sobre emoções interiores — a gente tem muitas canções de amor, e é tudo na primeira pessoa —, a pessoa, quando canta, é ela que está cantando aquilo. Aquelas palavras passam a ser dela.